Política
Relatório da PEC 6×1 deve ser concluído nesta semana
Deputado Leo Prates aguarda definição de Hugo Motta para finalizar parecer sobre proposta que altera jornada de trabalho

O deputado federal Leo Prates, relator da PEC que propõe o fim da escala 6×1 na Câmara dos Deputados, pretende concluir ainda nesta semana o parecer sobre a proposta que vem gerando amplo debate no meio político e trabalhista.
Nos bastidores da Câmara, parlamentares envolvidos nas discussões afirmam que a conclusão do texto dependerá diretamente de uma definição do presidente da Casa, Hugo Motta. Segundo interlocutores, Leo Prates considera fundamental alinhar os últimos detalhes do relatório com Hugo Motta antes da apresentação oficial do parecer.
Os dois parlamentares devem se reunir nesta segunda-feira (18/5) para discutir os pontos finais da proposta. A expectativa é de que o encontro seja decisivo para fechar o texto que poderá avançar nas próximas etapas de tramitação dentro da Câmara dos Deputados.
A PEC do fim da escala 6×1 ganhou força nos últimos meses após mobilizações de trabalhadores e discussões sobre qualidade de vida, produtividade e saúde mental no ambiente profissional. O modelo atual, comum em diversos setores da economia, prevê seis dias consecutivos de trabalho para apenas um dia de descanso.
Defensores da proposta argumentam que a mudança pode proporcionar melhores condições de trabalho e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Já setores empresariais demonstram preocupação com possíveis impactos operacionais e custos adicionais para empresas.
O relatório de Leo Prates é aguardado com expectativa tanto por sindicatos quanto por representantes do setor produtivo, já que o texto poderá definir os rumos do debate sobre jornadas de trabalho no Brasil.
A movimentação política em torno da proposta também reforça o peso do tema no cenário nacional, especialmente diante das discussões sobre direitos trabalhistas e modernização das relações de emprego.
Política
Mudanças no TSE animam aliados de Flávio Bolsonaro
Grupo político acredita que nova composição da Corte reduz riscos de suspensão do filme “Dark Horse” sobre Jair Bolsonaro

Aliados do senador Flávio Bolsonaro avaliam que as recentes mudanças na composição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) podem criar um cenário mais favorável para o lançamento do filme “Dark Horse”, produção que retrata a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A expectativa ganhou força após a alteração no comando da Corte eleitoral. Na última terça-feira, a ministra Cármen Lúcia deixou a presidência do TSE, que passou a ser ocupada pelo ministro Kassio Nunes Marques. Já o ministro André Mendonça assumiu a vice-presidência da Corte.
Nos bastidores políticos, integrantes próximos ao núcleo bolsonarista acreditam que a nova formação poderá reduzir riscos de eventuais medidas judiciais envolvendo o lançamento do longa-metragem. Kassio Nunes Marques e André Mendonça foram indicados ao Supremo Tribunal Federal (STF) durante o governo Bolsonaro e são vistos por aliados do ex-presidente como magistrados com postura menos intervencionista em temas relacionados à liberdade de expressão.
O filme “Dark Horse” vem sendo tratado por apoiadores como uma produção estratégica para reforçar a imagem política de Jair Bolsonaro em meio às movimentações antecipadas para as eleições presidenciais. A produção ainda não teve todos os detalhes oficialmente divulgados, mas já desperta forte repercussão nos meios políticos e jurídicos.
Nos últimos anos, debates envolvendo liberdade de expressão, propaganda eleitoral e limites da atuação judicial em conteúdos audiovisuais ganharam espaço no cenário político brasileiro. Especialistas apontam que produções com forte apelo político tendem a gerar questionamentos jurídicos, principalmente em períodos pré-eleitorais.
Enquanto aliados apostam em um ambiente mais favorável dentro do TSE, integrantes da oposição acompanham com atenção os possíveis impactos da nova composição da Corte nas decisões envolvendo campanhas, publicidade política e conteúdos ligados ao processo eleitoral.
Política
PF revela plano alternativo de venda do Banco Master
Documento apreendido na Operação Compliance Zero aponta estratégia anterior à negociação com o BRB

A Polícia Federal identificou documentos que indicam que o Banco Master avaliava um “plano B” para a venda da instituição antes das negociações envolvendo o BRB. As informações vieram à tona após a deflagração da sexta fase da Operação Compliance Zero.
De acordo com as investigações, o material foi apreendido durante ações realizadas na última quinta-feira (14), quando agentes federais cumpriram sete mandados de prisão preventiva e 17 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Entre os presos está Henrique Vorcaro, pai do ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro. A operação intensificou as atenções sobre os bastidores financeiros e societários envolvendo a instituição bancária e possíveis irregularidades investigadas pela PF.
Os documentos encontrados pelos investigadores podem ajudar a esclarecer estratégias empresariais e movimentações analisadas no âmbito da operação. A investigação segue em andamento e deve aprofundar detalhes relacionados às negociações financeiras e à atuação de pessoas ligadas ao banco.
A nova fase da Compliance Zero provocou forte repercussão no setor financeiro e jurídico, principalmente pela dimensão das medidas judiciais adotadas e pelos nomes envolvidos na investigação. O caso também reacendeu debates sobre fiscalização no sistema financeiro e mecanismos de controle corporativo no país.
As autoridades seguem analisando materiais apreendidos para identificar possíveis conexões entre as negociações e os fatos investigados pela Polícia Federal.
Política
Ronaldo Carletto é confirmado como suplente de Rui Costa
Ex-deputado ocupará a principal vaga de suplência na chapa do senador petista

O ex-deputado federal Ronaldo Carletto foi confirmado como primeiro suplente do ex-governador da Bahia e atual ministro da Casa Civil, Rui Costa. A definição consolida uma articulação política que já vinha sendo discutida nos bastidores desde o início do ano.
O anúncio foi feito pelo próprio Rui Costa durante uma agenda no interior da Bahia e reforçado por integrantes da equipe política do ministro. A escolha de Carletto para a principal vaga de suplência amplia o peso político do Avante na composição da chapa e movimenta o cenário eleitoral baiano.
Presidente estadual do Avante na Bahia, Ronaldo Carletto alimentava há anos o desejo de ocupar uma vaga no Senado Federal. Com a confirmação na chapa, o político passa a integrar uma das posições mais estratégicas da disputa eleitoral.
A vaga de primeiro suplente ganhou ainda mais relevância diante da possibilidade de Rui Costa retornar à Esplanada dos Ministérios em caso de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nos bastidores políticos, a avaliação é que, caso isso ocorra, o suplente poderá assumir o mandato no Senado por um período significativo.
A movimentação fortalece alianças partidárias na Bahia e intensifica as articulações para as próximas eleições, ampliando o protagonismo de lideranças políticas do estado no cenário nacional.
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