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Polícia

PF prende Vorcaro por suposto crime financeiro na venda do Master

Banqueiro é alvo de operação que apura irregularidades na negociação entre o Banco Master e o BRB, enquanto o BC liquida o Master.

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Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. Foto: Divulgação/Banco Master Foto: Divulgação

A Polícia Federal prendeu Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, em uma operação que investiga crimes financeiros relacionados à venda de parte do Master para o Banco de Brasília (BRB). Segundo as autoridades, há suspeitas de gestão fraudulenta e operações ilegais na transação.

A operação cumpre cinco mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 25 de busca e apreensão, incluindo outras lideranças do Master, como o sócio Augusto Lima. O objetivo é aprofundar a investigação sobre práticas que teriam inflado artificialmente o patrimônio do banco e comprometido a integridade dos ativos.

Paralelamente a essa investigação, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Master, encerrando o curto e controverso acordo entre a instituição privada e o BRB. A liquidação reforça a gravidade das suspeitas envolvendo a gestão de Vorcaro.

Por sua vez, parlamentares do Distrito Federal há tempos pediam apuração sobre os riscos da operação entre o Master e o BRB, alegando que ativos problemáticos poderiam prejudicar correntistas, contribuintes e a estabilidade financeira do BRB. Investigações anteriores apontaram que o Master teria feito aportes bilionários em empresas sem sustentabilidade econômica, o que agora pode confirmar as suspeitas de fraude.

Com a prisão de Vorcaro, a apuração ganha força. A expectativa é de que sejam reveladas mais informações sobre a origem dos recursos, a real valorização dos ativos e os possíveis prejuízos para investidores e para o sistema financeiro. O desdobramento da operação promete desestabilizar ainda mais a já polêmica relação entre o Master e o BRB.

Redação Saiba+

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Polícia

Tenente da PM é baleado na cabeça em São Paulo

Policial militar foi atacado por criminosos em uma motocicleta enquanto aguardava em um semáforo em São Caetano do Sul

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Um tenente da Polícia Militar, identificado como Ronickson Pimentel dos Santos, foi baleado na cabeça na manhã deste sábado (27), no município de São Caetano do Sul, na região metropolitana de São Paulo. O policial foi atingido enquanto estava parado em um semáforo e mobilizou equipes de segurança e de resgate.

De acordo com informações preliminares, Ronickson Pimentel estava à paisana quando foi surpreendido por dois homens em uma motocicleta. O ataque ocorreu em um semáforo localizado na Avenida Goiás, uma das principais vias da cidade.

A Polícia Militar informou que o caso é tratado como uma tentativa de homicídio contra o oficial. Após os disparos, equipes da corporação foram acionadas para prestar atendimento à ocorrência e iniciar as buscas pelos suspeitos.

As circunstâncias do crime ainda estão sendo investigadas pelas autoridades. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a motivação do ataque nem sobre a identidade dos autores dos disparos.

O estado de saúde do tenente não havia sido detalhado oficialmente até a última atualização. A ocorrência segue sob investigação, e a polícia trabalha para reunir imagens de câmeras de segurança e outros elementos que possam auxiliar na identificação dos envolvidos.

O caso chama atenção pela ousadia da ação criminosa, registrada em via pública e durante o dia, reforçando a atuação das forças de segurança na tentativa de localizar os responsáveis pelo atentado.

Redação Saiba+

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Polícia

Suspeito de liderar tráfico morre em confronto

Homem apontado como gerente do tráfico na Engomadeira morreu após troca de tiros com equipes da Polícia Militar em Salvador

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Um homem identificado como Jair dos Santos de Lisboa Junior, conhecido pelos apelidos de “MD” e “Malhado”, morreu na tarde desta sexta-feira (26) após um confronto com equipes da Polícia Militar no bairro do Pero Vaz, em Salvador.

Segundo informações da polícia, o suspeito era apontado como gerente do tráfico de drogas na localidade da Candelária, no bairro da Engomadeira, e teria ligação com um criminoso conhecido pelo apelido de “Galo”, investigado pelas forças de segurança.

A ocorrência foi registrada por volta das 17h46, na Rua Boa Fé, durante uma ação policial na região. Conforme relato das autoridades, houve troca de tiros entre os agentes e o suspeito, que foi baleado durante o confronto.

Após ser atingido, Jair dos Santos de Lisboa Junior foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. As circunstâncias da ocorrência serão apuradas pelos órgãos competentes, conforme os procedimentos adotados em casos envolvendo intervenção policial.

As forças de segurança informaram que o suspeito figurava entre os investigados por envolvimento com o tráfico de drogas na capital baiana e era considerado uma liderança criminosa na área onde atuava.

O caso será investigado para esclarecer todos os detalhes da ação policial, enquanto o material eventualmente apreendido durante a operação deverá ser encaminhado para perícia.

Redação Saiba+

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Polícia

Justiça mantém prisão de Oruam

Defesa alegou quadro de tuberculose pulmonar e pediu revogação da prisão preventiva, mas solicitação foi negada

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A Justiça do Rio de Janeiro decidiu manter a prisão preventiva do rapper Oruam, mesmo após a defesa apresentar documentos médicos informando que o artista enfrenta um quadro de saúde considerado delicado. A decisão mantém o cantor preso enquanto o processo segue em tramitação.

Segundo os advogados de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, nome de registro do artista, ele foi diagnosticado com tuberculose pulmonar e apresenta sintomas como tosse persistente, lesões nos pulmões e perda significativa de peso.

A defesa solicitou a revogação da prisão preventiva, argumentando que o estado de saúde do rapper exige acompanhamento médico especializado e que sua permanência no sistema prisional poderia agravar o quadro clínico. Os advogados sustentaram ainda que o artista necessita de tratamento contínuo e adequado.

Apesar dos argumentos apresentados, a Justiça entendeu que não havia elementos suficientes para modificar a medida cautelar, optando pela manutenção da prisão preventiva. Com isso, Oruam permanecerá detido enquanto o processo continua sendo analisado pelas autoridades competentes.

O caso segue acompanhado pela defesa, que poderá apresentar novos recursos ou pedidos judiciais caso surjam alterações no estado de saúde do artista ou novos elementos processuais.

A decisão chama atenção por envolver a análise conjunta de questões relacionadas à saúde do investigado e aos requisitos legais para manutenção da prisão preventiva, tema que costuma gerar debates no âmbito jurídico.

Redação Saiba+

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