Política
Jerônimo entrega obra em Salvador no aniversário da cidade
Governador inaugura contenção de encosta nos Barris e reforça ações de prevenção a desastres

O governador Jerônimo Rodrigues marcou presença nas celebrações pelos 477 anos de Salvador neste domingo (29) com uma agenda voltada à entrega de obras estruturantes. O destaque ficou para a inauguração de uma contenção de encosta no bairro dos Barris, intervenção considerada estratégica para a segurança urbana.
A obra integra um pacote de ações do governo estadual voltadas à prevenção de desastres naturais, especialmente em áreas de risco, comuns na capital baiana durante períodos de chuva intensa. Segundo o governador, iniciativas como essa são essenciais para proteger vidas e reduzir impactos causados por deslizamentos.
Durante a agenda, Jerônimo ressaltou que investimentos em infraestrutura urbana e contenção de encostas são prioridade da gestão, sobretudo em regiões historicamente vulneráveis. A entrega nos Barris simboliza não apenas uma ação técnica, mas também um compromisso com a melhoria da qualidade de vida da população.
Além da contenção, o governo tem ampliado projetos que envolvem a requalificação de espaços públicos e intervenções preventivas em diversos bairros de Salvador, reforçando a política de desenvolvimento urbano sustentável.
A escolha da data para a entrega também foi simbólica. No aniversário da cidade, o governo estadual buscou destacar ações concretas que impactam diretamente o cotidiano dos moradores. A obra nos Barris representa avanço na segurança e na valorização de áreas urbanas, alinhando celebração e investimento público.
Com novas frentes previstas, a expectativa é de que outras intervenções semelhantes sejam realizadas, ampliando a cobertura de proteção em áreas críticas e consolidando Salvador como referência em políticas preventivas no estado.
Política
Alckmin deve repetir dobradinha com Lula em 2026
Articulação governista avança e indica manutenção da chapa presidencial com foco na reeleição

A formação das chapas para as próximas eleições presidenciais já começa a ganhar definição no campo governista. Nos bastidores de Luiz Inácio Lula da Silva, cresce a indicação de que o atual vice-presidente Geraldo Alckmin deverá ser mantido como companheiro de chapa na tentativa de reeleição.
A possível repetição da dobradinha é vista como estratégica para consolidar a base aliada e preservar a aliança entre diferentes correntes políticas que sustentam o governo federal. Desde o início do mandato, Alckmin tem desempenhado papel relevante na articulação política e no diálogo com setores do empresariado.
Nos bastidores, lideranças governistas avaliam que a manutenção da chapa garante estabilidade política e fortalece o projeto de continuidade administrativa, especialmente em um cenário eleitoral que tende a ser competitivo. A parceria entre Lula e Alckmin, formada ainda no pleito anterior, foi decisiva para ampliar o alcance eleitoral do grupo.
Além disso, a definição antecipada da vice pode facilitar a organização das alianças estaduais e a montagem de palanques regionais. A estratégia do governo é evitar ruídos internos e consolidar apoio antes da intensificação do calendário eleitoral.
Embora ainda não haja anúncio oficial, a sinalização de que Alckmin permanecerá na chapa já repercute no meio político, sendo interpretada como um movimento de continuidade e segurança institucional. A tendência reforça o peso das articulações pré-eleitorais e o esforço do governo em manter coesa sua base de apoio.
Política
Geddel cobra lealdade de Jerônimo e pressiona por manutenção do MDB na vice
Ex-ministro critica especulações sobre mudança na chapa e reforça compromisso firmado nas eleições de 2022

O ex-ministro Geddel Vieira Lima voltou a subir o tom neste domingo (29) ao cobrar lealdade política do governador Jerônimo Rodrigues com o MDB e com o atual vice-governador Geraldo Júnior. A declaração ocorre em meio a novas especulações sobre possíveis mudanças na composição da chapa governista para as próximas eleições.
Segundo Geddel, o MDB tem papel fundamental na sustentação do governo estadual e não pode ser descartado após o apoio decisivo em 2022. O ex-ministro destacou que o partido assumiu riscos ao integrar a base aliada em um momento considerado difícil.
“O MDB conquistou essa posição quando decidiu apoiar uma candidatura que estava cambaleante e não despertava entusiasmo nas pessoas”, afirmou, em referência ao cenário eleitoral que antecedeu a vitória de Jerônimo Rodrigues.
Nos bastidores da política baiana, a movimentação tem sido interpretada como um recado direto ao núcleo político do governo. A possibilidade de substituição do vice tem gerado tensão entre aliados, especialmente dentro do MDB, que busca manter espaço estratégico na administração estadual.
A fala de Geddel também reforça o peso das alianças partidárias na Bahia, onde a composição de chapas costuma ser resultado de negociações intensas. O MDB, historicamente influente no estado, sinaliza que não pretende abrir mão da vice-governadoria sem resistência.
Enquanto isso, o governo ainda não se posicionou oficialmente sobre as especulações. Nos bastidores, interlocutores defendem cautela e afirmam que qualquer decisão será tomada no momento adequado, considerando o cenário político e eleitoral.
A pressão pública de Geddel amplia o debate sobre a estabilidade da base aliada e coloca em evidência a importância da fidelidade política em acordos firmados durante campanhas eleitorais, tema central na disputa por espaços de poder.
Política
Otto rejeita suplência e descarta cargo no governo Lula
Senador reafirma protagonismo do PSD na Bahia e nega articulação para integrar gestão federal

O senador Otto Alencar (PSD), presidente da legenda na Bahia, reagiu às especulações sobre a possibilidade de seu partido indicar um nome para a suplência nas chapas ao Senado encabeçadas pelos pré-candidatos Jaques Wagner e Rui Costa, ambos do PT. Durante agenda oficial do governador Jerônimo Rodrigues nesta sexta-feira (27), o parlamentar foi direto ao descartar a hipótese de o PSD ocupar posição de suplente na disputa.
Segundo Otto, o partido mantém uma estratégia própria no cenário político baiano e não trabalha, neste momento, com a perspectiva de assumir papel secundário nas composições eleitorais. A declaração reforça o posicionamento de independência da sigla, que busca preservar protagonismo nas articulações para as eleições.
Além disso, o senador também negou qualquer संभावना de integrar a administração federal, ao afirmar que não pretende assumir cargo no governo do presidente Lula. A fala ocorre em meio a especulações sobre possíveis convites para que lideranças do PSD ocupem espaços estratégicos na gestão nacional.
A movimentação política evidencia o cenário de intensas negociações na Bahia, onde partidos da base aliada buscam alinhar interesses e definir estratégias para a disputa ao Senado. A eventual formação de chapas com nomes como Wagner e Rui Costa tem gerado debates sobre composição, alianças e distribuição de espaços entre as legendas.
Com a rejeição à suplência e o afastamento de um possível cargo federal, Otto Alencar sinaliza que o PSD pretende atuar com autonomia nas decisões políticas, mantendo influência tanto no âmbito estadual quanto nacional. O posicionamento pode impactar diretamente as negociações futuras e o desenho das alianças para o pleito.
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