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Política

Flávio Bolsonaro deixou de votar em 43% das sessões nominais

Levantamento aponta que senador está entre os parlamentares com maior número de ausências em votações registradas no Senado em 2026

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou de registrar voto em 43% das votações nominais realizadas no Senado Federal em 2026, de acordo com um levantamento que analisou as deliberações ocorridas até o dia 22 de junho. O parlamentar aparece entre os senadores com maior índice de ausência nesse tipo de votação.

Segundo o levantamento, Flávio Bolsonaro participou de parte das 49 votações nominais analisadas, mas deixou de votar em um percentual que o coloca na quinta posição entre os senadores que mais se ausentaram, empatado com outros quatro parlamentares.

As votações nominais são aquelas em que cada senador precisa registrar oficialmente seu posicionamento sobre determinada proposta, permitindo a identificação individual dos votos. Esse modelo difere das votações simbólicas, nas quais não há registro nominal dos parlamentares presentes nem de como cada um votou.

O estudo não considera votações simbólicas, justamente porque esse formato não permite verificar a participação efetiva ou a posição adotada pelos senadores durante as deliberações.

O levantamento reacende o debate sobre a presença dos parlamentares nas votações do Congresso Nacional, especialmente em decisões consideradas relevantes para a tramitação de projetos de lei, propostas de emenda à Constituição e outras matérias de interesse público.

Até o momento, não houve manifestação pública do senador Flávio Bolsonaro sobre os números apresentados no levantamento ou sobre os motivos das ausências registradas nas votações nominais analisadas.

A participação dos parlamentares nas sessões deliberativas costuma ser acompanhada por entidades de transparência e pela sociedade civil como um dos indicadores de atuação legislativa ao longo do mandato.

Redação Saiba+

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Política

Prefeito de Santana declara apoio a Jerônimo

Zé Raul elogia governador, agradece investimentos no município e reforça aproximação com o grupo político do PT na Bahia

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O prefeito de Santana, no oeste da Bahia, Zé Raul (MDB), declarou apoio ao governador Jerônimo Rodrigues (PT) neste domingo (28), durante um evento do Programa de Governo Participativo (PGP), realizado em Santa Maria da Vitória. O gestor municipal, que anteriormente esteve alinhado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, surpreendeu ao fazer elogios públicos ao chefe do Executivo baiano.

Durante seu discurso, Zé Raul destacou a dedicação e o ritmo de trabalho de Jerônimo Rodrigues, afirmando que o governador demonstra compromisso com a população em todas as agendas que cumpre pelo estado.

“Quero dizer, governador, que o senhor pode ter certeza que eu não conheço outro homem mais determinado do que vossa excelência. Eu vi o senhor às 10h da manhã fazendo entrega no Parque de Exposição. Às 22h o senhor me recebeu com o mesmo sorriso e mesma determinação. O senhor é um orgulho para a Bahia. O senhor me representa”, declarou o prefeito.

Além dos elogios ao governador, Zé Raul agradeceu os investimentos realizados pelo Governo da Bahia no município de Santana, ressaltando que as ações estaduais contribuíram para o desenvolvimento da cidade e para a melhoria dos serviços oferecidos à população.

O prefeito também fez uma declaração de reconhecimento ao senador Jaques Wagner (PT), destacando sua importância para o fortalecimento das ações do grupo político no estado e demonstrando proximidade com a liderança petista.

A manifestação pública reforça a aproximação entre a administração municipal de Santana e o governo estadual, em um momento de intensificação das articulações políticas na Bahia. O evento reuniu lideranças regionais e representantes de diversos municípios para discutir propostas e prioridades voltadas ao desenvolvimento do estado.

O gesto de apoio de Zé Raul evidencia o fortalecimento do diálogo institucional entre o município e o Governo da Bahia, com foco na continuidade de investimentos e projetos voltados para a região.

Redação Saiba+

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Política

STF coloca sob sigilo investigação sobre filme Dark Horse

Pedido apresentado por Lindbergh Farias envolve Jair Bolsonaro e os deputados Flávio e Eduardo Bolsonaro

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O Supremo Tribunal Federal (STF) registrou sob sigilo nível 3 o pedido de investigação relacionado ao suposto financiamento do filme Dark Horse pelo banqueiro Daniel Vorcaro. A medida restringe o acesso às informações do processo enquanto a análise da Corte estiver em andamento.

O caso tem origem em uma notícia-crime apresentada pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), que solicita a apuração de fatos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e os deputados federais Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

Segundo o pedido encaminhado ao STF, o parlamentar requer a investigação sobre a suposta participação dos citados em questões relacionadas ao financiamento da produção cinematográfica. O processo, no entanto, segue protegido por sigilo judicial, o que limita a divulgação de detalhes sobre os elementos apresentados à Suprema Corte.

A classificação em sigilo nível 3 impede o acesso público ao conteúdo integral dos autos, permitindo consulta apenas às partes envolvidas e aos órgãos autorizados. Esse tipo de restrição é utilizado em procedimentos que exigem preservação das informações durante a fase inicial de análise.

Até o momento, não há decisão sobre o mérito da notícia-crime, cabendo ao Supremo avaliar os elementos apresentados e definir os próximos passos processuais. O registro do pedido sob sigilo não representa conclusão sobre eventual responsabilidade dos citados, mas integra o procedimento previsto para análise de pedidos dessa natureza.

A tramitação do caso ocorre no âmbito do STF, que deverá decidir se há fundamentos suficientes para determinar a abertura de investigação formal ou adotar outras medidas previstas na legislação.

Redação Saiba+

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Política

Ministros do STF defendem flexibilização de penduricalhos

Proposta prevê exceções para pagamentos de férias e licenças-prêmio adquiridos antes da decisão da Corte

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Os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defenderam nesta sexta-feira (26) ajustes na tese que limitou os chamados penduricalhos no Judiciário. A proposta apresentada pelos magistrados prevê flexibilização das regras para determinados pagamentos considerados excepcionais.

Entre as sugestões está a possibilidade de autorizar o pagamento em dinheiro de férias e licenças-prêmio adquiridas por magistrados e membros do Ministério Público antes de maio, período anterior à decisão do STF que estabeleceu novas restrições sobre benefícios remuneratórios.

Segundo os ministros, a alteração busca preservar direitos já incorporados antes da fixação da tese pelo Supremo, evitando impactos sobre situações consolidadas anteriormente. A flexibilização, no entanto, seria restrita a casos específicos e não representaria uma revogação da decisão que limitou os benefícios.

A análise ocorre no âmbito do plenário virtual do STF, onde os ministros avaliam eventuais ajustes na tese aprovada pela Corte. A decisão definitiva deverá ser concluída até a próxima terça-feira (30), data prevista para o encerramento do julgamento virtual.

O debate envolve a regulamentação dos chamados penduricalhos, expressão utilizada para designar verbas adicionais pagas a integrantes do Judiciário e do Ministério Público. A decisão original do Supremo estabeleceu critérios mais rígidos para esses pagamentos, buscando uniformizar o entendimento sobre a legalidade dos benefícios.

Caso a proposta seja aprovada pela maioria dos ministros, algumas verbas anteriores à decisão poderão ser preservadas, mantendo o pagamento de direitos considerados adquiridos antes da mudança de entendimento da Corte.

Redação Saiba+

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